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Auschwitz - A vida dentro dos campos de concentração nazistas

Nós sabemos que a humanidade  passou por episódios que causaram dor no mundo inteiro, esses momentos trouxeram as cicatrizes que jamais serão esquecidas e servem para sempre lembrarmos a capacidade da crueldade humana. A segunda guerra mundial na Europa foi um desses momentos, liderado por Adolf  Hitler um alemão politico líder do partido Nazista e a principal figura do Holocausto. Nesse tempo os Judeus, Negros, Homossexuais e todos aqueles que eram contra o movimento nazista passaram pela ignorância, o ódio e a intolerância dos alemães.
Entrada do campo de concentração 1 de Auschwitz, com a frase "O trabalho liberta"

Hoje vamos demonstrar para você o tempo do Holocausto e como o sistema funcionava lá dentro dos campos de concentração.

O portão de " boas vindas" havia a frase "O trabalho liberta", uma mentira dos alemães para tentar enganar as pessoas, pois após entrar no campo de concentração as vitimas não sairiam mais. Esse campo de Auschwitz deveria ser para apenas para prisioneiros,  mas logo foi preenchido por judeus, sigamos, negros, homossexuais e qualquer um que não seja do movimento alemão.

 Inicialmente a prisão comportava 10 mil prisioneiros, depois foi expandido para 20 mil, porém o acumulo de gente era muito grande então foi construído a 3 quilômetros dali o segundo campo de Auschwitz,  que era muito maior do que o primeiro, podendo chegar a 10 vezes maior. Na região tinha mais de 45 desses lugares que trouxeram dor para as vitimas nazistas que não sabiam o porque de tudo aquilo. Os alemães mandavam para os campos de concentração crianças, mulheres gravidas, idosos, pessoas com deficiência... enfim, não importava a condição, essas pessoas eram levadas a força e ameaçavam matar e mandar seus parentes ao campo caso quisessem fugir do seu destino.

Os nazistas mantinham falsas esperanças nos presos, diziam se executassem um bom trabalho logo sairiam dos campos e que tudo aquilo iria terminar. Uma completa mentira, todos os que cruzassem o portão de entrada seriam mortos pela câmara de gás e logo depois seus corpos seriam queimados até virar cinzas.  


Primeiro capo de concentração "A" Segundo campo "B"
Condições e instalações:
Os prisioneiros eram muito maltratados nos campos e suas instalações, passavam dias com fome, frio, doentes, desnutridos, desidratados e muita vezes feridos por causa das agressões enquanto trabalhavam forçadamente, uns fraturavam ossos e músculos mas mesmo assim eram forçados a trabalhar. Ainda dentro das péssimas condições eram severamente torturados muita vezes partindo ossos até sua morte quando tentavam quebrar as regras do nazistas.

 Situações em que algum prisioneiro fazia algum movimento em forma de protesto, o líder do movimento era assassinado em frente de seus seguidores como um exemplo para quem sair da linha.

Os homens eram separados de mulheres e crianças e ficavam em alojamentos diferentes. As mulheres também trabalhavam e ficavam com as crianças no campo e eram tratadas igualmente aos homens, os que estivessem doentes ficavam separados pra ir para a câmara de gás para não ocorrer uma epidemia entre os presos, mas os prisioneiros já estavam muito doentes pela falta de higiene de suas instalações. O lugar onde eles dormiam eram feitos com camas de madeira muitas vezes improvisadas para serem divididas entre as pessoas podendo chegar a 8 presos em uma cama, como tinha gente que queria mais espaço chutava os mais fracos pra conseguir um pouco mais de espaço. As cama eram como beliches empilhadas por cima das outras  como mostra na imagem a baixo.

A falta de higiene era surreal, os presos não podiam tomar banho a semana toda e os banheiros não comportava todos eles, então a solução era defecar no chão da instalações ou em qualquer lugar que fosse possível. Como o contado era constante logo aquele que estivessem contaminado passavam doenças para os outros presos.


Comida:
A comida servida eram feita pelos próprios presos, que também faziam a própria colheita do ingredientes, porém os alemães pegavam a maioria desses alimentos, deixando pouco paras os prisioneiros e o pouco que sobrava os nazistas também estragavam. A refeição era servida apenas uma vez, um pedaço de pão e uma rala sopa de nabos, mas nem sempre era servido pela falta dos ingredientes.  Por causa da fome, sede e frio muitos presos também morriam principalmente de fome e exaustão pelo trabalho forçado, os que sobreviveram depois de saírem do campo estavam pesando 40 quilos ou menos. Nem mesmo as crianças eram poupadas da situação que pesavam menos de 15 quilos.

Os que mantinham resistência:
Aqueles que mantinham resistência eram torturados e assassinados brutalmente. Um exemplo disso é são as pequenas selas em que os rebeldes eram trancados sem nenhuma luz, água ou comida. Eles tinham que ficar em pé pois o espaço da sela era tão minúsculo que não era possível mudar de posição, então como era completamente fechado, o ar começava a acabar causando uma morte lenta e dolorosa. Quando os nazistas queriam acelerar o processo da morte acendiam velas para o oxigênio acabar mais rápido.

Outra tortura que era praticada era amarrar as mãos dos indivíduos nas costas e suspendemos no ar, a tutora começava quando os ossos  do seus ombros começavam a romper e o processo desse rompimento era demorado e doloroso, a pessoa também era agredida de todas as formas possíveis, inclusive sexualmente. Alguns não aguentava a tortura e morriam por causa da dor.

Quando não eram torturados a punição era rápida, retiravam as roupas, faziam uma fileira em frete uma parede de concreto, viravam de costas e levavam um tiro na nuca. Quando não eram usadas aramas de fogo era usada a guilhotina ou enforcamento. E como já foi dito, em frente de seus seguidores que muito provavelmente seriam mortos logo depois.
Simulação do muro de execuções e prestação de homenagem aos assassinados.
Identificação dos presos: 
 Todos os presos usavam o mesmo uniforme listrado azul e branco e suas identificações eram vistas pelo símbolo estampado na vestimenta 
Estrela Amarela: 
Judeus: (Estrela de Davi) escrito no meio Judeu, os que era apenas um triangulo eram considerado judeu por descendência. 
Triangulo Vermelho:
Dissidentes políticos: Comunistas, Sociais-Democratas, Liberais, Anarquistas e Maçons.
Triangulo Verde:
Criminosos comuns: Eram privilegiados dentro dos campos que eram selecionados pra das ordem nos inferiores.
Triangulo Roxo:
Religiosos: Testemunhas de Jeová ou qualquer um que se negava a participar do movimento nazista.
Triangulo Azul:
Imigrantes.
Triangulo Marrom:
Ciganos.
Triangulo Preto:
Lésbicas e mulheres "anti-sociais": Feministas, Deficientes, Anarquistas e Alcoólatras. As casadas com judeus recebiam o triangulo preto por cima da estrala para sinalizar a ligação judaica
Triangulo Rosa:
Homens homossexuais.

Testes Científicos:
Para desenvolver experimentos os presos eram usados como cobaias, preferiam usar as crianças para esse tipo de teste para depois usar os mesmo em pessoas adultas, os testes assim como o trabalho eram dolorosos e esses testes eram feitos pelo Dr. Josef Mengele apelidado por "Anjo da Morte" e foi este que desenvolveu em suas cobaias o pesticida das câmaras de gás, o Zyklon B que era a base de ácido, cianídrico, cloro e nitrogênio. 

Câmara de gás e crematório:
Os presos eram direcionados para a câmara de gás aqueles que não conseguissem marchar e caíssem no chão eram mortos a tiros. Porem não sabiam para onde estava sendo levados, os guardas  os enganavam dizendo que era apenas uma chuveirada e poderiam logo depois encontrar suas famílias e seriam liberados após comerem um pedaço de pão e chocolate quente para todos, então faziam que todos tirassem as roupas e fossem para o "chuveiro que na verdade era a câmera de gás.

Os presos eram colocados dentro de uma sala totalmente fechada, e colocavam pessoas até não caber mais. O pesticida Zyklon B era posto em um "forno" e assim que entrava em contato com o calor soltava uma fumaça que era enviadas pela tubulação que intoxicava os presos, levava um 30 minutos todo o processo para que todos eles estivessem mortos. Quando percebiam oque estava acontecendo todos se aglomeravam nas portas na esperança de conseguir oxigênio pelas frestas ou que com os gritos alguém abrisse a porta mas sem sucesso, todos morriam dentro da sala, e acidentalmente matavam os mais fracos primeiro, como crianças, idosos, doentes e deficientes, todos estes morriam de baixo das pessoas desesperadas.
Após a confirmação que todos estavam todos mortos os corpos eram levados para o crematório carbonizados  até virarem cinzas. E o crematório funcionava sem parar, era dia e noite queimando corpos, a quantidade era tanta que fizeram mais câmeras de gás e mais crematórios para poder continuar o processo sem para.

Filmes que tratam sobre o holocausto:

A lista de Schindler
 (disponível em livro)


O menino de pijama listrado
(disponível em livro)

O diário de Anne Frank
(disponível em livro) 

Bent

A vida é bela

Cinzas da Guerra

Noite e Neblina

Olga
(disponível em livro)


Nós do Isto é Curioso sentimos muito pela a dor que essas pessoas passaram e resolvemos prestar uma homenagem as vitimas que sofreram no holocausto e para relembrar esse momento. Que uma cena como essa não volte a ocorrer, pois na quela época quem comandava era o ódio e a negação. Caso queiram mais algo sobre a segunda guerra mundial nos mande mensagem na nossa pagina do Facebook.

Obrigado curioso.

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