Pular para o conteúdo principal

Postagens

Destaques

O Brilho da Morte: A Tragédia, os Nomes e as Cicatrizes Inapagáveis do Césio-137 em Goiânia

Foto: Acervo Popular Setembro de 1987. Goiânia, capital do estado de Goiás, vivia a rotina de uma metrópole brasileira em expansão. O clima quente e seco do cerrado acompanhava o vai e vem de milhares de trabalhadores. Longe dos holofotes da Guerra Fria e das usinas nucleares de superpotências, ninguém na cidade poderia imaginar que o maior desastre radiológico em área urbana da história da humanidade estava prestes a se desenrolar em suas ruas, bairros e quintais. Diferente do desastre de Chernobyl, ocorrido no ano anterior na União Soviética, o pesadelo de Goiânia não envolveu reatores colossais, cientistas em jalecos ou sirenes de evacuação soando em uma usina. A tragédia goiana nasceu do abandono, germinou na miséria e floresceu na ignorância. O "monstro" era pequeno, cabia na palma de uma mão: uma cápsula de irídio contendo 19,26 gramas de pó de cloreto de césio-137. Um material sintético, letal, cujo brilho azulado no escuro exercia um fascínio quase místico. Este artig...

Últimas postagens

Missão Cumprida! Artemis II Retorna à Terra com Imagens de Cair o Queixo e Prepara o Terreno para o Pouso Lunar

Se Sobreviver ao Sol, o Cometa C/2026 A1 Pode se Tornar o Mais Brilhante do Ano

Impacto Gigante na Lua Apaga Crateras Antigas e Surpreende Cientistas da NASA

O Melhor Amigo do Homem Há 16 Mil Anos: Descoberto o Cachorro Domesticado Mais Antigo do Mundo

Mistério Marciano: Raro Vulcão Ativo Pode Estar Fazendo o Planeta Girar Mais Rápido

Como Nossos Antepassados se Organizaram Melhor que os Neandertais em Suas "Casas"

À Procura da Terra 2.0: Pesquisadores Identificam os 45 Exoplanetas com Maior Potencial de Habitabilidade

O Arquétipo da Impunidade: A Ascensão e Queda de Jeffrey Epstein e o Sistema que o Protegeu