Um Mundo Misterioso e Macabro



Uma das maiores lendas da internet de todos os tempos, Jeff o assassino a lenda das lendas. A vários relatos e histórias horripilantes sobre ele, dizem que ele tem o rosto queimado por ácido e fica escondido no seu armário dizendo para você dormir, para então te atacar. Apesar de ser uma história bem perturbadora nada passa de uma simples lenda que começou a ganhar vida em 2008, no qual se originou a sua famosa imagem que roda por toda web.



Além de matar suas vítimas, Jeff gosta de fazer rondas noturnas por florestas e becos escuros e o mais interessante disso é o significado de seu nome. Madeira ou floresta, mas também pode significar outras coisas como por exemplo Jeff pode ser a variante do nome Jeffrey que quer dizer paz divina, que não é o caso! Pesquisando a fundo encontramos a origem do seu nome, Jeff vem do francês que tem a variante de João. Já o significado de Jeff na numerologia de acordo com uma pesquisa que o Isto é curioso fez, achamos o anseio da alma 5, ou seja, alguém que gosta de mudanças, sente prazer pelo inesperado e inquieto e impaciente por causa da sua liberdade pessoal e não aceita que comande sua vida.
Gerado na Creepypasta
Esse conto começou a ser gerada pela Creepypasta, um lugar na internet que conta histórias curtas e assombradas, lendas e contos de terror com o intuito de causar desconforto emocional e assustar o leitor. A Creepypasta é responsável por várias personagens que ficaram famosos por suas lendas e histórias, como por exemplo Ben drowned, a maldição de Zelda ou o personagem que faz todo mundo se borrar só de falar o nome, Slender Man, o misterioso homem alto em um terno preto, sem rosto, sem identidade que deixam as pessoas psicóticas. Assim como esses personagens, Jeff the Killer ganhou muitas versões ao longo dos anos, tanto que no início de sua aparição na web, Jeff tinha apenas o rosto branco com olhos imensos e quando começou a ficar popular surgiu o boato do “sorriso do coringa” em sua feição.

A história e a origem do assassino


Jeff e sua família acabaram de se mudar para uma nova vizinhança. Seu pai ganhou uma promoção no trabalho, e eles achavam que seria melhor viver em uma dessas vizinhanças ‘requintadas’. Jeff e seu irmão, Liu, não podiam reclamar de uma casa nova e melhor. O que não tinha pra amar? Enquanto eles desempacotavam as coisas, uma vizinha foi conhecê-los.



“Oi” ela disse, “Eu sou Bárbara, moro do outro lado da rua. Bem, eu só queria me apresentar pra vocês e meu filho também." Ela se virou e chamou seu filho. “Billy, esses são os nossos novos vizinhos.” Billy disse “oi”, e correu de volta para o pátio da casa onde voltou a brincar. 

“Bem,” disse a mãe de Jeff, “Eu sou Margaret, esse é meu marido Peter, e meus dois filhos, Jeff e Liu.” Se conhecendo, Bárbara logo os convidou para o aniversário de seu filho. Jeff e Liu estavam prontos para rejeitar, quando a mãe deles disse que adorariam comparecer. Então quando eles terminaram de desempacotar as coisas, Jeff foi até sua mãe. 

"Mãe, por que você aceitaria um convite de uma festinha? Não sei se você não notou, mas eu não sou mais uma criancinha.”

“Jeff, nós acabamos de nos mudar pra cá; devíamos mostrar que queremos passar um tempo com nossos vizinhos. Agora, vamos à festa, e ponto final.” Jeff começou a falar, mas parou logo em seguida, sabendo que não poderia fazer nada a respeito. Quando sua mãe dizia alguma coisa, era aquilo e fim de papo. Ele andou até seu novo quarto e desmoronou na cama. Sentou ali e ficou olhando para o teto quando, de repente, ele sentiu algo estranho. Não como uma dor, mas um sentimento estranho. Ele ignorou aquilo como apenas um sentimento qualquer, ouviu a mãe chamá-lo de baixo para pegar suas coisas e desceu.

No outro dia, Jeff desceu as escadas para tomar café da manhã e ir para escola. Quando se sentou para comer, teve o mesmo sentimento estranho do dia anterior. Só que agora mais forte. Ele teve uma pequena dor, como um puxão, mas ignorou mais uma vez. Assim que ele e o irmão terminaram o café, andaram para o ponto de ônibus. Sentaram-se lá, esperando o ônibus. Então, do nada, um garoto de skate pulou por cima deles, por apenas uns centímetros de suas cabeças. Os dois deram um salto, surpresos. “Mas que porra é essa?”

A criança deu a volta foi até eles. Ele deu um pisão na ponta do skate, e pegou com a mão. O garoto parecia ter uns 12 anos; um ano mais novo que Jeff, vestia uma camiseta da Aeropostale e um jeans azul rasgado.

“Ora, ora, ora. Parece que temos carne nova no pedaço." De repente, mais duas outras crianças apareceram. Um era super magro, e outro era enorme. “Bem, já que vocês são novos aqui, gostaríamos de nos apresentar; aquele ali é o Keith” Jeff e Liu olharam para o magrinho. Ele tinha uma cara de paradão, que daria pra você um braço esquerdo se precisasse. “E o outro é o Troy” Eles olharam para o gordo. Era uma rolha de poço. Aquela criança não devia ter se exercitado desde que começou a engatinhar. 

O garoto de skate disse “E eu, sou Randy. Agora, deixe-me explicar; para todas as crianças nesse bairro há um preço pequeno para a passagem de ônibus, se é que você me entende.” Liu se levantou, pronto pra socar o garoto até que se virasse do avesso, quando um dos amigos de Randy puxou uma faca e apontou pra ele “Tsc, tsc, tsc, eu pensei que vocês seriam mais cooperativos, mas parece que vamos precisar fazer do jeito mais difícil." O garoto foi até Liu, e tirou a carteira do bolso dele. Jeff teve aquele sentimento de novo. Agora estava realmente forte, uma sensação de queimação. Jeff se levantou, mas Liu pediu para que se sentasse de novo. Ele ignorou e andou em direção do garoto.

"Ouça aqui, seu punkzinho, devolva a carteira do meu irmão ou…” Randy colocou a carteira no próprio bolso, e tirou sua faca.

“Ah, e o que você vai fazer?” Assim que ele terminou a frase, Jeff socou o garoto no nariz. Quando Randy tentou tocar o rosto, Jeff segurou seu pulso e o quebrou. Randy gritou e Jeff pegou a faca de sua mão. Troy e Keith correram para pegar Jeff, mas ele era muito rápido. Ele jogou Randy no chão. Keith tentou atacá-lo, mas Jeff se abaixou e apunhalou a faca em seu braço. Keith deixou a faca cair, e caiu logo em seguida no chão gritando. Troy também tentou atacá-lo, mas Jeff nem precisou da faca, socou Troy diretamente no estômago, e Troy caiu de joelhos, e quando caiu, vomitou tudo no chão. Liu não conseguiu fazer nada, além de olhar admiradamente para seu irmão.

“Jeff, como você...?” Isso foi tudo que disse. Eles viram o ônibus vindo, e sabiam que seriam culpados por tudo aquilo. Então, começaram a correr o mais rápido que puderam. 

Enquanto corriam, olharam pra trás e viram o motorista do ônibus correndo para Randy e os outros. Eles correram até a escola, sem se atrever a contar qualquer coisa sobre aquilo. Apenas se sentaram e assistiram as aulas. Liu achava que tinha sido apenas seu irmão batendo em algumas crianças, mas Jeff sabia que era algo a mais. E era algo, algo assustador. Quando tinha aquele sentimento e via o quão poderoso era, a única coisa que desejava era machucar alguém. Ele não gostava como isso soava, mas não conseguia deter-se de se sentir feliz. Sentiu o sentimento estranho sumindo e não voltou pelo resto do dia na escola. Mesmo quando caminhava para casa devido à coisa toda, perto do ponto de ônibus e como agora provavelmente não pegaria mais o ônibus, sentiu-se feliz. Quando voltaram pra casa, seus pais perguntaram como tinha sido o dia deles, e ele disse com uma voz meio sinistra “Foi um ótimo dia”.

Na manhã seguinte, ouviu alguém batendo na porta da frente. Desceu as escadas e encontrou dois policiais na porta, com sua mãe olhando pra ele muito zangada.

“Jeff, esses policiais estão me dizendo que você atacou três crianças. E que não foi uma briga normal, que eles foram esfaqueados. 

Esfaqueados, filho!” Jeff olhou para o chão, mostrando para sua mãe que era verdade. 

"Mãe, eles tinham facas e apontaram para Liu e para mim.” 

“Filho,” disse um dos policiais, "Nós encontramos três crianças, duas esfaqueadas, outra com uma contusão no estômago e temos testemunhas de que você estava na cena. Agora, o que você tem para nos contar?” Jeff sabia que era inútil. Poderia dizer que ele e Liu tinham sido atacados, mas não havia provas de que não tinham sido eles que atacaram primeiro, não poderiam dizer que não estavam fugindo, porque verdade seja dita, estavam. Então Jeff e Liu não poderiam defender-se.

“Filho, chame seu irmão." Jeff não poderia fazer isso, sabendo que só ele tinha batido nos garotos.

“Senhor, fui eu. Eu quem bati nos garotos. Liu tentou me segurar, mas não conseguiu me parar.” O policial olhou para seu parceiro e os dois acenaram com a cabeça.

“Olha garoto, isso será um ano no Centro de Detenção Juvenil…”

“Espere!” falou Liu. Todos olharam para o topo da escada, para vê-lo segurando uma faca. Os policiais pegaram suas armas e apontaram para Liu. 

“Fui eu, eu bati naqueles punkzinhos. Tenho as marcas pra provar.” Ele levantou as mangas para revelar cortes e contusões, como se estivesse em uma luta.

“Filho, coloque a faca no chão," disse o policial. Liu afrouxou os dedos e deixou-a cair no chão. Colocou as mãos para cima e andou até os policiais."Não Liu! Fui eu, eu que fiz isso!” Jeff falou, com lágrimas escorrendo pelo seu rosto. “Ah, pobre irmãozinho, tentando pegar a culpa pelo que eu fiz. Bem, me levem embora.” O policial levou Liu até a viatura. 

“Liu, fale pra eles que fui eu! Fale! Fui eu quem bateu naqueles garotos!” A mãe de Jeff colocou a mão no ombro dele. “Por favor, Jeff, você não tem que mentir. Nós sabemos que foi Liu, você não pode impedir. Não faça isso ser mais difícil que já está sendo.” Jeff ficou olhando sem poder fazer nada, enquanto o carro saía velozmente com Liu dentro. Alguns minutos depois, o pai deles estacionou na frente de casa, e vendo o rosto de Jeff, sabia que algo estava errado. 

“Filho, o que houve?” Jeff não podia responder. Suas cordas vocais estavam tensas de tanto chorar. Em vez disso, a mãe de Jeff andou até seu pai para dar a má notícia à ele, enquanto Jeff chorava na garagem. 

Depois de uma hora, Jeff voltou para casa, viu que seus pais estavam ambos chocados, tristes e decepcionados. Ele não podia olhar para eles, não podia ver que eles achavam que a culpa era de Liu. Foi dormir, tentando fazer com que a coisa toda saísse de sua mente. Dois dias se passaram, sem notícias de Liu da prisão. Não havia amigos para sair. Nada além de tristeza e culpa. Isso até sábado, quando Jeff foi acordado por sua mãe, com um rosto feliz. 

"É hoje, Jeff.” disse enquanto abriu as cortinas e deixando uma inundação de luz no quarto de Jeff. 

“O que é hoje?” Jeff perguntou, ainda meio dormindo.


“Ora, é a festa de Billy.” Jeff estava agora totalmente desperto.



“Mãe, você está brincando, né? Você não espera que eu vá para a festa de alguma criança depois…” houve uma longa pausa.


“Jeff, nós dois sabemos o que aconteceu, acho que esta festa pode ser a coisa que vai iluminar os dias passados. Agora, vá se vestir.” A mãe de Jeff saiu do quarto e foi se preparar. Jeff lutou para se levantar. 

Pegou uma camisa qualquer, uma calça jeans e desceu escadas. Viu o pai e a mãe, bem vestidos, sua mãe em um vestido e seu pai em um terno. E pensou: “por que eles sempre usam essas roupas extravagantes para uma festa de criança?"


Filho, isso é tudo que você vai vestir? disse a mãe de Jeff. 



“Melhor do que usar algo exagerado.”, disse. Sua mãe escondeu a vontade de gritar e escondeu-a com um sorriso.“Mas Jeff, você poderia se vestir melhor, se quiser causar uma boa impressão", disse o pai. Jeff grunhiu e voltou para seu quarto. 


Eu não tenho roupas extravagantes! _ele gritou ao subir as escadas.

Basta pegar alguma coisa. disse sua mãe, olhou ao redor em seu armário para o que chamava de fantasia. Encontrou um par de calças pretas, que tinha para ocasiões especiais, e uma camiseta, não conseguia encontrar uma camisa para sair. Olhou em volta e só encontra camisas listradas e padronizadas. Nenhuma que combinasse com a calça. Finalmente, encontrou um moletom branco, jogado em uma cadeira e vestiu. 

"Você vai assim?” ambos disseram. Sua mãe olhou para o relógio. “Oooh, não há tempo para mudar. Vamos embora.”, disse enquanto puxava Jeff e seu pai para fora. 

Atravessaram a rua até a casa de Bárbara e Billy. Bateram na porta e encontraram Bárbara que, assim como seus pais, estava extravagantemente vestida. Enquanto eles caminhavam para dentro da casa, Jeff só via adultos, não crianças. 

“As crianças estão lá fora, no quintal. Jeff, que tal você ir conhecer as crianças?" disse Bárbara.

Jeff saiu para o jardim que estava cheio de crianças. Elas estavam correndo em trajes estranhos de vaqueiros e atirando um no outro com armas de plástico. De repente, um garoto veio até ele e lhe entregou uma arma de brinquedo e um chapéu. 

“Hey. Quer brincar?”, disse o garoto.

Com uma cara séria enquanto olhava para o pátio ele respondeu_ Aah, não mesmo, pirralho. Eu sou muito velho para essas coisas. O garoto olhou para ele com aquela cara de cachorro pidão.

__Po-favô? disse o menino. Tudo bem, respondeu Jeff. E colocou o chapéu e começou a fingir atirar nas crianças. A princípio, pensou que era uma ideia totalmente ridícula, mas depois começou a realmente se divertir. Pode não ter sido super legal, mas foi a primeira vez que havia feito algo que tirou seus pensamentos de Liu. Assim, brincava com as crianças por um tempo, até que ouviu um barulho. Um barulho estranho de rolamento. Então algo bate nele. Randy, Troy, e Keith pulando a cerca assim como seus skates. Jeff deixou cair a arma falsa e arrancou o chapéu. Randy olhou para Jeff com um ódio ardente. 

"Olá? Jeff?”, disse. "Nós temos alguns negócios inacabados”. Jeff viu seu nariz machucado. “Eu acho que estamos quites. Eu te dei uma surra e você enviou o Liu para o centro de detenção." Jeff falou enraivecido. Randy tinha fúria nos olhos. “Oh não, eu não jogo para empatar, e sim para ganhar. Você pode ter acabado com a gente no outro dia, mas não hoje.” Quando Randy falou, Jeff correu e Randy foi atrás dele. Ambos caíram no chão. Randy socou o nariz de Jeff, e Jeff agarrou-o pelas orelhas e deu uma cabeçada nele. Jeff empurrou Randy pra longe e ambos se levantaram. As crianças estavam gritando e os pais correndo para fora da casa. Troy e Keith puxaram armas de seus bolsos. 

"Ninguém se mexe ou tripas vão voar!” eles disseram. Randy puxou uma faca e apunhalou o ombro de Jeff.

Jeff gritou e caiu de joelhos. Randy começa a chutá-lo no rosto. Depois de três chutes, Jeff pega o pé de Randy e torce-o, fazendo com que Randy caia no chão. Jeff se levantou e correu em direção a porta dos fundos. Porém, Troy agarrou-o.

“Precisa de ajuda?” Ele pegou Jeff pelo colarinho e jogou-o de volta pro pátio através da porta. Enquanto Jeff tenta ficar de pé ele é chutado para o chão novamente. Randy começa a chutar repetidamente Jeff, até que ele começa a tossir sangue. 

“Vamos Jeff, lute comigo!” Ele pega Jeff e atira-o para a cozinha. Randy vê uma garrafa de vodka em cima do balcão e esmaga o vidro sobre a cabeça de Jeff. “Lute!” Ele joga Jeff de volta para a sala de estar. 

“Vamos Jeff, olhe para mim!” Jeff olha para cima, o rosto cheio de sangue. “Eu sou quem mandou seu irmão pro centro de detenção! E agora você só vai só sentar ai e deixá-lo apodrecer lá por um ano inteiro! Você deveria se envergonhar!” Jeff começa a se levantar.

“Ah, finalmente! Levante e lute!” Jeff agora está de pé, sangue e vodka no rosto. Mais uma vez ele fica com aquela sensação estranha, aquela que ele já não sentia há algum tempo. “Finalmente. Ele está de pé!" Randy diz enquanto corre em direção a Jeff. É quando acontece. Algo dentro de Jeff se encaixa. Seu psicológico é destruído, todo o pensamento racional se foi, tudo o que ele pode fazer, é matar. Ele pega Randy derruba-o ao chão. Ele fica em cima dele e lhe dá um soco direto no peito onde fica o coração. O soco faz com que o coração de Randy pare. Enquanto Randy suspira. Jeff golpeia-o. Soco após soco, o sangue jorra do corpo de Randy, até que ele dá um último suspiro e morre. 

Todo mundo está olhando para Jeff agora. Os pais, as crianças chorando, até Troy e Keith. Apesar de estarem assombrados, Troy e Keith apontam suas armas para Jeff. Jeff vê as armas apontadas para ele e corre para as escadas. Enquanto corre, Troy e Keith disparam fogo contra ele, todos os tiros perdidos. Jeff sobe as escadas. Ele ouve Troy e Keith seguindo-o. Enquanto disparam suas últimas balas, Jeff entra no banheiro, pega o toalheiro e arranca da parede. Troy e Keith correm para o banheiro com as facas em punho preparadas. Troy move sua faca em direção a Jeff, que se afasta e bate com o toalheiro no rosto de Troy. Troy cai duro e agora tudo o que resta é Keith. Ele é mais ágil que Troy, e desvia quando Jeff tentava acerta-lo com o toalheiro. Ele larga a faca e pega Jeff pelo pescoço, empurrando-o contra a parede. Uma coisa como água sanitária que estava na prateleira caiu em cima dos dois. Ambos sentem a pele queimar e começaram a gritar. Jeff enxugou os olhos da melhor forma que pôde, e puxou o toalheiro, acertando direto na a cabeça de Keith. E antes que Keith sangrasse até a morte, deixou escapar um sorriso sinistro.

“O que há de tão engraçado?" Jeff perguntou. Keith pegou um isqueiro e ligou-o. “O que é engraçado?", disse, "é que você está coberto de água sanitária e álcool." Jeff arregalou os olhos ao ver Keith jogando o isqueiro nele. Assim que o isqueiro aceso fez contato com ele, as chamas iniciaram. Enquanto o álcool o queimava, a água sanitária branqueava sua pele. Jeff gritava terrivelmente enquanto ardia em fogo. Ele tentou rolar para fora do fogo, mas não adiantava, o álcool tinha feito dele um inferno ambulante. Ele correu pelo corredor, e caiu das escadas. Todos começaram a gritar quando viram Jeff, agora uma tocha-humana, cair no chão, quase morto. A última coisa que Jeff viu foi sua mãe e os outros pais que tentavam apagar as chamas. Foi quando ele desmaiou. 

Quando Jeff acordou tinha um molde de gesso envolvido em torno de seu rosto. Ele não conseguia ver nada, mas sentiu um molde em seu ombro, e pontos por todo seu corpo. Tentou se levantar, mas ele percebeu que havia alguns tubos em seu braço, e quando ele tentou levantar-se ele caiu, e uma enfermeira correu para ajudá-lo. 

Eu não acho que você pode sair da cama ainda.” ela disse, enquanto colocava-o de volta em sua cama e reinserido o cateter em seu braço. Jeff sentou-se ali, sem-nenhuma visão, nenhuma ideia do que estava ao seu redor. Finalmente, depois de horas, ele ouviu sua mãe. “Querido, você está bem?”, perguntou ela. Jeff não poderia responder, pois seu rosto estava coberto por gesso. “Oh querido, eu tenho grande notícia. Depois que todas as testemunhas disseram à polícia que Randy tinha atacado você, eles decidiram soltar o Liu.” Isso fez com que Jeff quase pulasse, parando, lembrando-se do tubo sair do seu braço. “Ele estará fora amanhã, e então você dois poderão estar juntos de novo”. A mãe do Jeff abraça-o e se despede. 

As semanas seguintes foram formadas apenas onde Jeff era visitado pela sua família. Até o dia onde os seus curativos deveriam ser retiradas. Sua família estava lá para vê-lo, como estaria agora sua aparência. Quando os médicos desembrulharam as ataduras do rosto do Jeff todos estavam na ponta das cadeiras. Eles esperaram até o último curativo sobre o rosto de Jeff serem removidos. 

“Vamos esperar o melhor,” disse o médico. Ele rapidamente puxa o último pano, deixando agora o rosto de Jeff amostra. A mãe de Jeff grita ao ver seu rosto, Liu e o pai de Jeff olham horrorizados para ele. 

“O quê? O que aconteceu com meu rosto?” Jeff disse. Ele se levanta rapidamente, ignorando a tontura, e corre para o banheiro. Ele olhou no espelho e viu a causa da aflição de todos. Sua cara. Era… Era simplesmente horrível. Seus lábios foram queimados a um profundo tom de vermelho. Seu rosto se transformou em uma cor branca pura, e seu cabelo chamuscaram de marrom a preto. Ele lentamente colocou a mão em seu rosto. Era como se encostasse em couro agora. Ele olhou de volta para sua família depois de volta para o espelho. 

Até que Liu, tentando amenizar a situação fala "Não é assim tão ruim….”

"Não é tão ruim!?”, disse Jeff, "é perfeito!” Sua família toda ficou surpreendida. Jeff começou a rir incontrolavelmente seus pais percebendo que seu olho esquerdo e a mão tremiam.

“Umm… Jeff, você está bem?”

“Bem? Eu nunca me senti mais feliz! Ha ha ha ha ha haaaaaa, olhe para mim. Esse cara caí perfeitamente comigo!” Ele não conseguia parar de rir. Ele acariciou seu rosto sentindo-o. Olhando no espelho. O que causou isso? Bem, você deve se lembrar que quando Jeff estava lutando Randy algo em sua mente, sua sanidade, estalou. E desta vez tinha sido permanente. Agora ele foi deixado como uma máquina descontrolada de matar, e seus pais não tinham noção disso.

“Doutor”, disse a mãe de Jeff, “Meu filho...é, você sabe.. Está bem? Na cabeça?"

“Ah sim, este comportamento é típico para os pacientes que tomam muitas grandes quantidades de analgésicos. Se seu comportamento não mudar em poucas semanas, traga-o de volta aqui, e nós vamos dar-lhe um teste psicológico."

“Ah,sim. Obrigada doutor.” A mãe de Jeff até ele. “Jeff, querido. É hora de ir.”

Jeff olha de longe o espelho, seu rosto ainda formando um sorriso louco. “Tudo bem, mamãe. Ha ha haaaaaahahaaaaa!” sua mãe segurou-o pelos ombros e o levou para pegar suas roupas.“Isto é o que veio”, disse a moça no balcão. A mãe de Jeff olhou para baixo para ver as calças pretas e o moletom branco seu filho usara no dia da festa. Agora eles estavam limpos do sangue e costuradas. A mãe de Jeff levou-o para seu quarto e fez com que ele colocasse sua roupa. Então eles deixaram, não sabendo que este era seu último dia de vida.

Mais tarde naquela noite, a mãe de Jeff acordou com um som vindo do banheiro. Soou como se alguém estivesse chorando. Ela lentamente caminhou para ver o que era. Quando ela olhou para o banheiro ela viu uma visão horrenda. Jeff tinha pego uma faca e esculpido um sorriso em seu rosto.

“Jeff, o que você está fazendo?”, perguntou sua mãe. Jeff olhou para eles. “Eu não conseguia me manter sorrindo mamãe. Doeu depois de algum tempo. Agora, eu posso sorrir para sempre.” A Mãe de Jeff percebeu seus olhos, anelados em preto. “Jeff, os seus olhos!” Os seus olhos aparentemente nunca fechavam.

“Eu não podia ver meu rosto. Eu comecei a ficar cansado e meus olhos começaram a fechar. Eu queimei as pálpebras para então me ver pra sempre; este meu novo rosto”. A mãe do Jeff lentamente começou a se afastar, vendo que seu filho estava totalmente louco. “O que há de errado mamãe? Eu não sou bonito?” 

“Sim filho,” ela disse, “Sim, você é. Lindo… Deixe-me ir chamar o Papai, para que ele possa ver seu lindo rosto.” Ela correu para o quarto e sacudiu o pai de Jeff do seu sono. “Querido, pegue a arma nós..." Ela parou quando viu Jeff na porta, segurando uma faca. __Mamãe, você mentiu. Foi a última coisa que os dois ouviram enquanto Jeff corria na direção deles com a faca, esfaqueando ambos. 

Seu irmão Liu acordou, assustado com algum ruído. Ele não ouviu mais nada, então ele apenas fechou os olhos e tentou voltar a dormir. Enquanto ele estava na fronteira do sono, ele teve a sensação estranha de que alguém o estava observando. 

Ele olhou para cima, antes que a mão de Jeff cobrisse sua a boca. Lentamente, ele ergueu a faca pronta para mergulhá-la em Liu. Liu debateu-se tentando escapar de Jeff.

”Shhhhhhh”, Jeff disse: "Vá Dormir” 



Infográfico sobre Jeff

1- Jeff reclama constantemente porque as pessoas dizem que se rosto não é bonito.

2- Todo o tempo ele ouve vozes que o obrigam a matar e não param até que ele faça.

3- Ele não se lembra mais de nada do que aconteceu antes do acidente.

4- Quanto mais você gritar, mais devagar ele te mata.

5- Antes dele matar, ele gosta de bater um papo. 



Afinal, quem está por trás de jeff the killer?

A história é bem perturbadora, mas é apenas uma simples lenda que deixa qualquer um com as calças borradas, não é mesmo? Bem, a lenda de Jeff the Killer na verdade tem uma origem diferente do que a lenda que acabou de ler. Tudo começou com uma foto tirada por Katy Robinson, ela postou sua foto em um site chamado 4chan, depois de ter 

publicado sua foto no mural do site, Kate foi humilhada pelos usuários por causa do seu peso. Katy Robinson ficou tão triste e deprimida com essa situação, quando seu irmão a viu em seu quarto perguntou o que aconteceu e ela contou tudo. As seguir um trecho de seu Irmão Fernando Alfonso que escreveu para a comunidade 4chan.

Atenção 4chan!

Ontem eu encontrei minha irmã no seu quarto, chorando muito. Eu lhe perguntei porque ela estava tão pra baixo, e ela me disse que era por causa de ela ser gorda.

Eu fiquei furioso, exigindo que ela me contasse quem havia feito ela de boba. Ela me contou que havia postado a sua foto em um site chamado '4chan.org', ela continuou dizendo que esse site havia se divertido às suas custas, e postado 'Shops' (Alterações fotográficas com photoshop) de sua imagem. 

Eu estou abismado. 

Deem uma boa olhada nesta foto, porque essa bela mulher, minha irmã, cometeu suicídio na noite passada." 


Sabendo disso o Redditor, usuário com o nick ninetofivehero, disse que a imagem original de Katy sofreu alterações pelo Photoshop. Em uma das imagens de Jeff aparece uma verruga, podemos compara com a de Katy que também possui uma verruga no mesmo local. 

O Redditor alegou que a foto original de Katy foi "Photoshopada" para criar o que hoje é considerada a foto de Jeff The Killer. "Parece em uma posição diferente no rosto, mas isso seria um resultado da nova boca 'Photoshopada' para ajudar a criar o Jeff." Escreveu Redditor em uma das conversas no 4chan. Isso mostra que photoshop pode se tornar algo apavorante. Bem, nunca provaram que ela realmente se matou e enquanto a foto, não passa de uma montagem e em uma das nossas pesquisas achamos um fato que diz que o photoshop tem a mandíbula quebrada de cachorro e olhos de defunto. Mas, nada que comprove o fato. 



Essa história deixa qualquer um arrepiado, mostrando o quanto a internet é criativa e ao mesmo tempo sub escura, com memes que pode se tornar virais e fotos photoshopadas que viram lendas de terror. 



Ei! Você aí, está arrepiado? já conferiu o que está atrás de você? Porque talvez ele esteja aí, te observando. É melhor ir dormir com a luzes acesas...





Três anos atrás, eu havia retornado de uma viagem até as cataratas do Niágara com minha família no dia 4 de julho. Nós estávamos todos exaustos após um dia longo dirigindo, então assim que chegamos eu e meu marido colocamos as crianças direto na cama e fomos os deitar em nosso quarto.

Por volta das quatro horas da manhã, eu acordei para ir ao banheiro e como de costume olho para meu marido e depois me levanto. Porém, desta vez, quando me sentei na cama ele acabou acordando.

"Desculpe, achei que estava dormindo, eu vou ao banheiro…” - Disse para seu marido.

Quando ele se virou para minha direção seu olhar parou no mesmo instante e se agarrou em meus pés quase me derrubando da cama, muito assustado ele não me explicava o que estava acontecendo, estava totalmente calado e imóvel. Eu mesma fiquei calada para tentar entender o que aconteceu e logo consegui entender. Assim que meus olhos se acostumaram com a escuridão do quarto, nos pés da cama havia um homem sentado e naquele momento, assim como meu marido, congelei por completo, na verdade, aquilo não parecia um homem, seu corpo estava contorcido de forma perturbadora e sobrenatural, ele estava muito magro e sem nenhuma peça de roupa, parecia que havia sofrido algum acidente de caminhão.

A silhueta medonha deu uma volta na cama chegando bem próximo ao meu marido que se colocou em minha frente com intenção de me defender, mas a figura não se mexeu e não falou nada durante alguns poucos segundos (para mim foi uma eternidade). Ele apenas nos encarava, foi quando ele correu muito rápido para nosso corredor que dava acesso ao quarto dos nossos filhos. Eu e meu marido corremos na tentativa alcançá-lo e impedir que machucasse nossos filhos, assim que liguei a luz vi a criatura coberta de sangue e com minha filha nos braços, foi quando meu marido saiu em disparada derrubando tudo que havia na frente então a criatura desceu as escadas correndo e não aguentando o ritmo e nem a menina acabou largando ela no chão e fugiu coberto de sangue.

Imediatamente eu corri e me ajoelhei perto da minha filha que eu mal conseguia reconhecer por causa da quantidade de sangue que havia em seu pequeno rosto, ainda no chão toda ensanguentada uniu forças para me dizer:

“Mamãe, ele é o Rake!”

Depois disso, meu marido pegou o carro para levá-la para o hospital, mas com a pressa, ele não percebeu que a pista estava molhada e os dois caíram no lago e infelizmente nenhum dos dois sobreviveram.

Naquela noite perdi meu marido e minha filha, e o único que me sobrou foi meu filho Justin, nós evitamos muito em tocar nesse assunto por um tempo, Mas como a cidade é pequena a história se espalhou chegando assim na imprensa que logo chegou até nós. publicaram em um jornal e aparecia algumas pessoas que já tinham se envolvido com a criatura que se identificavam e acabava nos procurando para saber mais. Mas as informações não ajudou muito e várias eram um tanto como fantasiosas, mas em uma coisa me ajudou muito, ele escolhe suas vítimas visitando sua casa. 

Então coloco um gravador ao lado da cama todas as noites durante duas semanas, e era normal o barulho que eu fazia enquanto dormia. foi quando o som ficou muito acelerado e outra respiração mais ofegante apareceu, porém a respiração parecia estar bem mais próximo do gravador do que a minha. Era o Rake.

Eu e meu filho, nos mudamos desde a morte do meu marido e minha filha que arruinou nossas vidas. E depois disso nunca mais vi a criatura mas eu torço para nunca mais vê-lo, mesmo sabendo que ele ainda visita meu quarto.


Sua morte!

Era para ser uma dia feliz, era meu aniversário e naquele dia fui dormir tarde e por volta das três da manhã eu me assusto com algum barulho vindo da cozinha, me levantei para ver oque era e quando acendo a luz do quarto consigo ver a porta aberta e algo passar bem rapidamente, me tranquei dentro do quarto e ligo para polícia dizendo que alguém entrou no meu apartamento. Quando os oficiais chegaram vasculharam todo meu apartamento porém não encontraram nada que importasse para a polícia e como não havia provas que alguém tivesse entrado deixaram meu caso de lado.

Na próxima noite consigo ouvir passos e ruídos dentro de casa e fico com tanto medo que não quero nem abrir os olhos e apenas torço para que o sol apareça na janela. Na outra noite resolvi pegar uma câmera e colocá-la perto da cama de uma forma que registrasse tudo o que acontecesse dentro do quarto. Tranquei a porta e me deitei na esperança de não correr o risco de ser atacada e se algo acontecesse eu teria alguma prova para a polícia poder agir. Essa foi minha pior atitude…

No dia seguinte assim que acordei fui direto na câmera assistir o vídeo daquela noite, eu não havia escutado nada então consegui dormir tranquila pois parecia que minha casa estava vazia e não tinha nenhuma pessoa lá dentro fora eu. Assim que eu comecei a assistir estava tudo bem, eu me via virando na cama e tudo estava normal, até que por volta das duas e meia da noite eu consigo enxergar algo do lado do meu guarda roupa, havia saído das sombras do quarto, aos poucos saia do escuro e eu conseguia ver bem claramente a metade de um corpo de pé no canto do meu quarto e me observava fixamente, ele ficou pelo menos uma hora me olhando quando a cabeça dele muda de posição e agora ele estava olhando diretamente para a câmera, foi aí que pude vê-lo completamente quando ele saiu totalmente da escuridão. Quando consegui vê-lo me assustei, o seu corpo era muito magro ao ponto de conseguir ver seus ossos por cima da pele, as unhas eram grandes que pareciam garras, seu corpo era bem claro, sem pelos e completamente nu. Pensei que ele estivesse passando por necessidade e resolveu se esconder dentro da minha casa, mas nessas circunstâncias ele não parecia ser algo humano mas sim algo de outro mundo. Depois que ele saiu do escuro ele caminhou na direção da câmera e ficou encarando ela e pude reparar que no meio dos olhos da criatura havia um ponto branco, o que dava a aparência de zumbi para a criatura. Aquela coisa raciocinava e me passava medo quando olhava para aquilo, após meia hora ele reage abrindo sua boca mostrando seus dentes tortos e afiados e mesmo de boca aberta era possível ouvir algo como se fosse uma mensagem no meio de vários ruídos que perturbavam minha cabeça. Ele disse “sua morte” e parecia uma ameaça. Depois disso ele fecha a boca me observa mais um pouco e volta para o escuro da onde saiu. 

Eu não consigo dormir nem comer, pois isso me perturba. Reparei que minha porta está trancada e mesmo que não estivesse não consigo sair de casa, pois sei que ele está em todo lugar e parece me persegue até em pensamento. Eu não posso dormir pois sei que ele está aqui trancado comigo em meu quarto. Mesmo que eu contasse para alguém ninguém acreditaria em mim.


A jovem que escreveu essas carta foi encontrada morta e desnutrida. Ela não havia saído de seu quarto por 4 dias seguidos.



A lenda da Bloody Mary também conhecida como Maria Sangrenta, a Bruxa do Espelho e a Loira do Banheiro. Sobre esta lenda, há muitas histórias sobre sua origem que também tem sua controvérsias. 


A lenda conta diz que se uma pessoa repetir o nome dela três vez em frente ao espelho a pessoa será amaldiçoada, depois de realizar o ritual, irá aparecer uma mulher toda pálida, sem olhos e coberta de sangue que irá pular em cima de você rasgar todo o seu rosto e arrancar seus olhos. 


Esta lenda surgiu por causa da rainha inglesa Maria I, da dinastia tudor. O seu reinado foi marcado por um grande terror, como a fome, peste e perseguições religiosas. Uma rainha totalmente cruel, ela matava suas vítimas com extremo sadismo, assim ganhou o apelido de “Maria Sangrenta”. Ela também é conhecida por ter sofrido inúmeros abortos espontâneos ou gestações falsas.


Outras versões da Lenda


A primeira, conta sobre uma mulher que viveu no tempo da inquisição quando as bruxas eram perseguidas para serem queimadas vivas, antes de sua morte a mulher amaldiçoou todos que estavam envolvidos em sua morte e todos que repetissem seu nome. Outra versão, conta sobre uma mulher que tinha um rosto muito lindo e que devido a um acidente de carro ela acabou tendo o seu rosto todo desfigurado. As pessoas que viam o seu rosto começavam a zombar e humilhar, cansado das pessoas fazerem isso, ela resolveu fazer um pacto com demônio para se vingar de todas as pessoas que ousassem dizer o seu nome.



No final do século XIX, Mary foi morta por um médico-cirurgião que arrancou os seus olhos e jogou o seu corpo em frente a um espelho, em seus últimos suspiros ela tentou revelar o seu assassino escrevendo a letra T no espelho. Esta era a marca registrada do assassino. A lenda sobre Mary conta que se uma pessoa disser o nome dela três vezes em frente ao espelho, ela irá aparecer para alguém que esteve envolvido em algum assassinato e manteve este acontecimento em segredo. Antes de matá-lo, ela primeiro arranca seus olhos e grava o nome de quem foi morto.


Outra lenda conta sobre uma menina chamada Maria que perdeu o seu pai durante a Segunda Guerra Mundial, a menina sofreu todo tipo de injustiça, foi humilhada e passou por miséria. Maria junto com sua mãe começam a passar por tempos difíceis e isso faz com que maria tenha uma infância perdida pelas tragédias que foram causadas em sua vida, a cada dia que passava a sua vida ficava mais difícil, até que acontece a maior tragédia em sua vida, maria acaba sendo morta no banheiro de sua escola. 


Loira do Banheiro 



A lenda da Loira do Banheiro teve origem em Guaratinguetá-SP, conta a história real de uma mulher chamada Maria Augusta de Oliveira Borges. Era uma jovem de 14 anos de idade que teve um casamento arranjado com um homem muito mais velho do que ela, o conselheiro Dutra Rodrigues, a pobre garota viveu um casamento muito infeliz que só conseguiu se separar 4 anos depois. Livre do deste casamento forçado, Maria vendeu todas as suas jóias e fugiu para Paris e começar uma nova vida, mas infelizmente ela acabou morrendo em 1891, ao 26 anos. A sua morte ainda é um mistério porque o seu atestado desapareceu misteriosamente. Muitos apontam de que ela tenha morrido de raiva, uma doença que era comum na Europa e que causa desidratação. Após o seu corpo ter voltado ao Brasil, o corpo da jovem foi para o casarão da família onde seu corpo foi mantido dentro de uma urna de vidro, enquanto o seu túmulo ainda estava sendo preparado. A mãe de Maria, Amélia Augusta Cazal, arrependida, não queria enterrar a filha mesmo com a sepultura pronta, até que ela começou a ter visões da sua filha pedindo para deixar ela ser enterrada. Devido a isso, sua mãe deixou enterrá-la.


Em 1902, dez anos após o seu enterro, a casa onde maria viveu foi destruída e deu lugar à Escola Estadual Conselheiro Rodrigues Alvez. 


Depois de um tempo em que a escola foi construída, começou a surgir boatos de que o espírito de Maria estava vagando pela escola, principalmente nos banheiro onde ela abria todas as torneiras para saciar sua sede, e fica pedindo para que fizessem o seu enterro. A história só ganhou mais força quando ocorreu um incêndio misterioso em uma parte do prédio, em 1916.

Foi por causa deste acontecimento que a lenda começou a se espalhar em todos os colégios, esta lenda acabou se juntando com a lenda da Bloody Mary. Como conhecemos hoje, ela é descrita como um espírito de cabelo loiro, vestes branca comprida, com pedaços de algodão na boca, ouvidos e nariz. Para invocá-la eram através de rituais, que varia de acordo com o colégio. Para realizar o ritual a pessoa tinha que, chamá-la três vezes em frente ao espelho, bater a porta do banheiro, falar palavrões, chutar a privada e dar descarga.


Criação de capa e edição: Weslei Silva

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